
Como a CT Jovem contribuiu para o seu crescimento profissional ou acadêmico?
Convidado: Luiz Felipe Pereira
Luiz destacou que a participação na CT Jovem contribuiu para ampliar sua rede de contatos e aproximá-lo de pesquisadores de diferentes regiões do país. A experiência também proporcionou a oportunidade de representar a CT Jovem no IV Encontro Nacional de Desastres, realizado em Curitiba, Paraná. Essas vivências fortaleceram sua trajetória acadêmica e profissional na área de recursos hídricos.
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Qual momento mais te marcou na CT Jovem e por quê?
Convidada: Tereza Lopes
Tereza destacou como momento marcante sua primeira participação como palestrante em uma mesa-redonda durante o Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. A experiência contribuiu para superar barreiras pessoais, desenvolver maior segurança na comunicação e compartilhar uma mesa com profissionais e pesquisadores da área. O momento também fortaleceu sua motivação para seguir o caminho da docência com mais confiança e determinação.
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Como a CT Jovem te ajudou a entender melhor os desafios e oportunidades na gestão hídrica?
Convidado: Gescilam Uchôa
Gescilam destacou como a CT Jovem ampliou seu contato com jovens pesquisadores de diferentes regiões do Brasil. Essa troca de experiências permitiu conhecer diferentes perspectivas e compreender melhor a diversidade e a complexidade dos desafios relacionados à gestão dos recursos hídricos no país. A participação também contribuiu para ampliar sua visão para além do ambiente acadêmico e do círculo de colegas mais próximo.
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Quais habilidades ou compotência você desenvolveu participando da CT Jovem?
Convidado: Luiz Felipe Pereira
Luiz destacou o desenvolvimento de habilidades de comunicação e articulação durante sua participação na CT Jovem. A experiência de promover uma edição especial dos Hidrotalks, com foco em eventos extremos e previsão hidrológica, contribuiu para ampliar sua capacidade de organização e interação. A iniciativa também evidencia as oportunidades oferecidas pela CT Jovem para o desenvolvimento de competências profissionais.
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O que você diria para um jovem que está em dúvida se deve se engajar na ABRHidro?
Convidado: Abderraman Brandão
Abderraman destacou a importância de se engajar na ABRHidro como forma de se conectar com pessoas que compartilham o interesse pelos recursos hídricos. Para ele, a troca de ideias e experiências entre os participantes contribui para o crescimento profissional e a construção coletiva de novos conhecimentos.
Seu depoimento reforça o convite para que mais jovens participem da ABRHidro e façam parte dessa comunidade.
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Como você se sentiu ao participar dos eventos organizados pela CT Jovem?
Convidada: Tereza Lopes
Tereza destacou como a participação nos eventos da CT Jovem, como HidroTalks e Rio de Experiências, contribuiu para sua formação profissional. As atividades proporcionaram o desenvolvimento de habilidades de comunicação, além do contato com profissionais e especialistas de diferentes regiões do Brasil. A experiência também ampliou sua rede de contatos e fortaleceu sua inserção no meio técnico-científico dos recursos hídricos.
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Como a participação da CT Jovem te aproximou do universo da pesquisa ou da atuação prática em recursos hídricos?
Convidada: Verena Meirelles
Verena compartilhou como sua participação na CT Jovem ampliou sua visão sobre os diferentes caminhos de atuação nos recursos hídricos. O contato com jovens de diferentes regiões mostrou a diversidade do setor e as possibilidades de atuação em pesquisa e na prática. A experiência também destacou a presença e a contribuição de jovens em diferentes áreas dos recursos hídricos em todo o país.
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Qual foi a atividade mais transformadora que você participou dentro da CT Jovem?
Convidado: Gescilam Uchôa
Gescilam Uchôa compartilhou sua experiência na CT Jovem durante o biênio 2024–2025, destacando a liderança e o apoio na realização dos Hidrotalks. A atividade proporcionou aprendizados com os convidados e momentos de troca com a comunidade jovem da área de recursos hídricos. Seu relato evidencia a importância da participação e do protagonismo dos jovens na construção das atividades da CT Jovem.
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Qual foi o maior aprendizado que você teve participando da CT Jovem neste biênio?
Convidada: Brenda Camila Ferreira
Brenda Camila Ferreira compartilha o principal aprendizado de sua participação na CT Jovem ao longo do biênio, destacando a comunicação como elemento fundamental para o compartilhamento de conhecimentos. Para ela, a troca entre diferentes perspectivas permite que mais vozes sejam ouvidas e incorporadas às ações da comissão. Brenda também ressalta o papel do associativismo na construção de espaços de representatividade e solidariedade. As experiências compartilhadas em eventos fortalecem conexões entre profissionais e contribuem para aproximar diferentes pessoas do setor de recursos hídricos. Sua trajetória reforça a importância da colaboração e da comunicação para o desenvolvimento coletivo da área.
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Trajetória na pesquisa e os desafios da gestão dos recursos hídricos
Convidado: Prof. Jamil Anache
Jamil Anache aborda os desafios da gestão sustentável das águas subterrâneas no Brasil, destacando a necessidade de ampliar e qualificar as redes de monitoramento dos aquíferos. O pesquisador ressalta a importância de combinar dados de campo, informações de poços e técnicas de sensoriamento remoto para compreender a dinâmica da recarga em diferentes regiões. Também destaca que desigualdades socioeconômicas e dificuldades de acesso influenciam a gestão das águas subterrâneas, especialmente em comunidades rurais e isoladas. Para os jovens pesquisadores, enfatiza a importância da interdisciplinaridade, do domínio crítico de ferramentas computacionais e da experiência de campo. Por fim, recomenda persistência, atualização constante, colaboração e participação em comunidades científicas para quem deseja atuar na área.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: Norte
Convidada: Fernanda Oliveira dos Reis de Almeida
Fernanda Almeida compartilha sua trajetória de reconexão com a ancestralidade indígena e sua relação com a preservação das águas, destacando a importância dos rios, cachoeiras e demais corpos hídricos para os povos indígenas. Ela relata os desafios de ocupar a universidade como uma mulher indígena em um ambiente com pouca diversidade cultural e a importância de construir redes de confiança sem se afastar de sua cultura e espiritualidade. Para Fernanda, os saberes indígenas podem contribuir para uma relação mais integrada e respeitosa com a natureza e para estratégias de adaptação diante da crise climática. Ela também defende que os corpos hídricos sejam reconhecidos como seres vivos e sujeitos de direito, reforçando a necessidade de colocar a defesa da água no centro das discussões ambientais. Aos jovens indígenas, deixa a mensagem de que ocupar espaços acadêmicos é uma conquista e que a educação pode ser uma importante ferramenta de transformação social e fortalecimento das comunidades.
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Conectando Ciência e Comunidade
Convidado: Projeto Água e Ação
O grupo Água e Ação compartilha sua experiência com ações de voluntariado voltadas à conservação e à valorização dos rios urbanos. Orientado pela professora Regina Kishi, o grupo busca ampliar a percepção da comunidade sobre o potencial de transformação e a importância da preservação desses ambientes. Entre as iniciativas, destaca-se o projeto “Redescobrindo Rios”, que promove a conscientização de estudantes sobre os córregos próximos às escolas e contribui para o cuidado com esses espaços. O grupo também destaca o papel das redes sociais na divulgação de monitoramentos e na aproximação com a comunidade. Como principal aprendizado, reforça que a transformação depende do engajamento coletivo e que cada pessoa pode contribuir para a preservação dos rios urbanos.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: Sul
Convidada: Jéssica Aurora Bernardo
Jéssica Aurora Bernardo compartilha sua trajetória no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental da UFSC e seu interesse pela hidrologia e pelos eventos extremos de precipitação. Sua pesquisa analisa as tendências desses eventos em Santa Catarina, considerando suas variações espaciais e temporais e suas implicações para a gestão de riscos e a resiliência frente às mudanças climáticas. A pesquisadora também destaca a excelência acadêmica, a infraestrutura e o caráter interdisciplinar do programa como diferenciais para jovens pesquisadores. Entre as experiências marcantes, cita sua atuação em capacitações de drenagem urbana e o estágio de docência, que fortaleceram seu interesse pela pesquisa e pelo ensino. Aos jovens, recomenda uma escolha consciente da carreira acadêmica, aliando dedicação, resiliência, paixão pela área e cuidado com o bem-estar.
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Qualidade da Água, Modelagem Ecológica e Manejo de Bacias Urbanas
Convidada: Prof. Talita Silva
Talita Silva compartilha sua experiência com a modelagem de ecossistemas e a dinâmica de cianobactérias, destacando a importância de integrar a análise das bacias hidrográficas à dinâmica dos lagos e reservatórios. A pesquisadora aponta a falta de dados confiáveis e de monitoramento adequado como desafios centrais para compreender e modelar a qualidade da água, especialmente em áreas urbanas e durante eventos extremos. Ela também destaca a necessidade de universalizar a coleta e o tratamento de esgoto e de ampliar soluções sustentáveis para o manejo das águas pluviais. Na formação de engenheiros, defende experiências práticas e o desenvolvimento de competências para transformar grandes volumes de dados em informações úteis à sociedade. Aos jovens pesquisadores, recomenda foco, estratégia e persistência, ressaltando que novas perguntas fazem parte do processo de construção do conhecimento.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: Sul
Convidado: Rafael R. Aguiar Rossa
Nesta entrevista, Rafael R. Aguiar Rossa compartilha sua trajetória no PPGERHA e sua escolha pela área de recursos hídricos, destacando a importância do rigor científico, da ética e da responsabilidade social. Sua pesquisa propõe um método baseado em modelagem hidráulica para identificar setores de redes de abastecimento com maior propensão a vazamentos, contribuindo para a priorização de ações de controle de perdas de água. Rafael também ressalta a infraestrutura, a experiência científica e o compromisso socioambiental como diferenciais do programa de pós-graduação. Ao refletir sobre sua formação, destaca o papel da cooperação, do pensamento crítico e do conhecimento científico em sua trajetória. Para os jovens, reforça que os recursos hídricos abrangem diversas áreas e que desafios, erros e aprendizados fazem parte de uma trajetória construída com propósito.
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Hidráulica, Mecânica dos Fluidos e Dinâmica Computacional
Convidado: Prof. André Luiz Andrade Simões
Nesta entrevista, o professor André Luiz Andrade Simões aborda os desafios e as possibilidades da hidráulica computacional no Brasil, destacando limitações de infraestrutura, recursos financeiros, acesso a ferramentas computacionais e formação especializada. Ele ressalta que o uso de ferramentas como a dinâmica dos fluidos computacional (CFD) amplia as possibilidades da engenharia, mas deve estar associado à experimentação para garantir a validação dos resultados. Para os jovens pesquisadores, destaca a importância de uma sólida formação em matemática, programação, mecânica dos fluidos e hidráulica, além de uma postura crítica diante das simulações. O professor também reforça que os modelos computacionais são representações aproximadas da realidade e devem ser interpretados com rigor. Por fim, aponta a inteligência artificial, o aprendizado de máquina, sensores e a integração entre CFD e IA como caminhos promissores para uma engenharia hidráulica mais eficiente e inovadora.
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Aprendendo com os Professores
Convidado: Prof. Christopher Souza
Nesta entrevista, o professor Christopher Freire Souza aborda a importância da inferência bayesiana e da modelagem de sistemas ambientais para uma gestão mais eficiente e sustentável dos recursos hídricos. Ele destaca o papel da incorporação das incertezas e dos conhecimentos de especialistas na construção de modelos mais confiáveis para apoiar decisões e políticas públicas. O professor também defende uma formação universitária mais integrada, que reúna conhecimentos de matemática, ciências naturais e sociais e esteja conectada às demandas da sociedade. Aos jovens pesquisadores, recomenda a aproximação com professores que programam e buscam atualização constante. Por fim, ressalta a importância de compreender as interrelações entre águas, recursos hídricos e saneamento a partir de uma perspectiva transdisciplinar.
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Trajetória na pesquisa e os desafios da gestão dos recursos hídricos
Convidado: Prof. Daniel Detzel
Na nova conversa do projeto Rio de Experiências, o Prof. Daniel Detzel compartilha sobre sua pesquisa com modelagem estocástica de vazões e os desafios reais do doutorado. Além de detalhar grandes projetos do setor elétrico, ele traz uma visão crítica sobre a fragmentação da gestão de usos múltiplos da água no Brasil e deixa um conselho para os jovens: a importância de uma base estatística sólida e de uma mente aberta para a multidisciplinaridade.
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Marcos de Liderança e Inspiração para Jovens
Convidada: Prof. Suzana Montenegro
Conversamos com o ex-presidente da ABRHidro, Prof. Suzana Montenegro, sobre os marcos do seu biênio à frente da associação. A entrevista destaca a consolidação de uma gestão participativa e transparente, o fortalecimento das Câmaras Técnicas, com um olhar especial para o protagonismo da CT Jovem, e a ampliação histórica da atuação da ABRHidro junto ao SINGRH e em fóruns internacionais. Além disso, ela deixa reflexões sobre os próximos desafios da área, como a capacitação do setor e a importância de levar a ciência das águas para além dos muros da academia.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: ProfÁgua/UEMS
Convidada: Fabiola Teixeira
A engenheira civil Fabiola Teixeira (ProfÁgua/UEMS) compartilha sua inspiradora jornada de renovação profissional: após 12 anos na iniciativa privada, ela migrou para a gestão pública e, 14 anos depois de formada, retornou à academia. Fabiola detalha seu projeto de pesquisa focado na recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e criação de um parque linear no Córrego Lageado, em Campo Grande. Além disso, ela destaca os diferenciais de um mestrado profissional e deixa uma mensagem poderosa sobre a necessidade de conciliar o desenvolvimento urbano com a preservação de nossos recursos finitos.
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Jornada Científica: World's Top 2% Scientists
Convidado: Prof. Iran Lima Neto
O Prof. Iran, reconhecido internacionalmente entre os pesquisadores mais influentes do mundo (World's Top 2% Scientists), compartilha os bastidores de sua trajetória acadêmica. Ele revela como a colaboração foi a chave para superar momentos de escassez de recursos na ciência e detalha como suas pesquisas em parceria com órgãos como ANA, COGERH e CAGECE se transformam em soluções práticas para a gestão das águas. Com os olhos voltados para os desafios das mudanças climáticas e a universalização do saneamento, o professor deixa um recado fundamental aos jovens: a pesquisa básica é primordial, mas o nosso dever final é dar um retorno à sociedade.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: PPGEA/UFES
Convidada: Lizandra Broseghini Föeger
A engenheira sanitarista e ambiental Lizandra (PPGEA/Ufes) compartilha sua paixão pela hidrologia e como emendou o mestrado diretamente no doutorado para pesquisar os impactos das mudanças climáticas e dos reservatórios na Bacia Amazônica. Ela quebra o mito de que a academia é distante do "mundo real", detalhando como sua especialização em modelagem hidrossedimentológica abriu portas para atuar diretamente na reparação da Bacia do Rio Doce (Fundação Renova). Além disso, Lizandra deixa um conselho de ouro sobre como o networking e a divulgação de ideias são importantes para construir oportunidades na ciência e na carreira.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: PPGCAM
Convidado: Filipe Carvalho
O pesquisador Filipe Carvalho (PPGECAM/UFPB) conta como a construção de um simples pluviógrafo na graduação foi a gota d’água para sua paixão pela hidrologia. Hoje no doutorado, ele foca no desenvolvimento de um sistema automatizado para controle de qualidade de dados de precipitação, ferramenta vital para combater a escassez de dados confiáveis no Brasil e ajudar os órgãos gestores na tomada de decisão. Filipe também compartilha os bastidores do convite da Agência Nacional de Águas (ANA) para estudar os eventos climáticos extremos de 2024 no Rio Grande do Sul e deixa um recado fundamental para a nova geração: o sucesso na área depende de aliar atualização tecnológica constante à construção de um networking sólido.
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Planejamento, Economia e Gestão de Recursos Hídricos
Convidada: Prof. Samiria Oliveira
A Prof. Samiria mergulha na complexa (e fascinante) relação entre economia e recursos hídricos no Brasil. Ela detalha como a aplicação estratégica de tarifas de contingência e compensações financeiras pode salvar sistemas hídricos em épocas de escassez, além de promover a justiça social. Compartilhando os bastidores da sua atuação na elaboração de Planos de Bacias (em uma forte parceria entre a UFC e a COGERH), a professora destaca o enorme potencial de inovação quando a academia se une ao setor público. Ela também deixa um chamado aos jovens pesquisadores: o Brasil precisa de mais especialistas que saibam unir a engenharia à economia, às ciências sociais e a tecnologias como Inteligência Artificial.
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Celebrando a Diversidade Brasileira em Recursos Hídricos: PPG-SHS
Convidado: José Gescilam Uchôa
O pesquisador José Gescilam Uchôa (PPG-SHS / EESC-USP) conta como sua vivência com a seca no interior do Ceará o direcionou para a área de recursos hídricos. Ele explica por que precisamos parar de gerir rios e aquíferos como coisas separadas e defende uma visão integrada para garantir a segurança hídrica. Além de detalhar as oportunidades e o forte networking de um programa consolidado, José celebra um marco incrível na sua carreira: a publicação dos resultados do seu mestrado na renomada revista Nature Communications. Ele também deixa dicas valiosas sobre planejamento de longo prazo e a importância de ter um propósito claro para enfrentar os desafios da pesquisa no Brasil.
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Contribuições Científicas e o Papel da Pesquisa na Construção de uma Carreira
Convidada: Brenda Camila Ferreira
Em mais uma edição inspiradora do projeto Rio de Experiências, conversamos com a pesquisadora Brenda Ferreira. Ela compartilha como quatro anos de Iniciação Científica e estágios contribuiram para uma carreira sem fronteiras. Brenda detalha suas experiências internacionais de destaque, incluindo sua atuação no Governo da Colúmbia Britânica (Canadá) e a imersão na Alemanha pelo DAAD. Unindo sensoriamento remoto, modelagem hidrológica e segurança hídrica, ela mostra como a ciência acadêmica e a prática de mercado andam juntas, e deixa um recado fundamental sobre como a IC prepara os jovens para resolverem problemas reais da sociedade.
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Trajetórias Inspiradoras: de Estudante a Profissional em Recursos Hídricos
Convidada: Andreia Pedroso
Andreia Pedroso compartilha os desafios e aprendizados da transição entre a vida acadêmica e o mercado de trabalho, destacando o processo de ajustar expectativas à realidade profissional. Ela relembra um marco importante de sua trajetória: a coordenação de um estudo de despoluição do rio Tietê, que integrou soluções de saneamento, intervenções hidráulicas e abordagens inovadoras para o monitoramento da qualidade da água, conectando prática e pesquisa. Ao longo da entrevista, Andreia também reflete sobre a importância de se manter constantemente atualizado diante da rápida evolução de dados, métodos e ferramentas na área de recursos hídricos. Ela compartilha os desafios de conciliar o mestrado com a atuação profissional, ressaltando o papel da resiliência e do apoio coletivo nesse processo. Por fim, deixa uma mensagem inspiradora aos jovens profissionais, destacando o caráter transversal e promissor da área, especialmente frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pelos eventos hidrológicos extremos.
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A Contribuição da Geoestatística nos Estudos sobre Recursos Hídricos
Convidado: Vitor Vieira Vasconcelos
Vitor Vieira Vasconcelos explora o papel da geoestatística nos estudos de recursos hídricos, destacando como a incorporação da dimensão espacial permite ir além da estatística tradicional. Ele explica como técnicas baseadas em autocorrelação espacial possibilitam estimar variáveis entre pontos amostrados e compreender melhor a distribuição e dinâmica da água no território. Ao longo da entrevista, Vitor mostra como a geoestatística tem sido aplicada no mapeamento de aquíferos, variáveis climáticas e indicadores de qualidade da água, permitindo análises integradas entre disponibilidade hídrica e desigualdades socioeconômicas. Ele também ressalta os avanços recentes na modelagem espaço-temporal, que ampliam a capacidade de identificar tendências associadas às mudanças climáticas e apoiar a definição de áreas prioritárias para políticas públicas. Por fim, o pesquisador destaca a crescente acessibilidade de ferramentas e bases de dados, incentivando jovens pesquisadores a explorarem a geoestatística por meio de plataformas abertas e aprendizado contínuo. Ele reforça, no entanto, a importância de aprofundamento teórico para o uso crítico e seguro dessas metodologias.
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O que a CT Jovem proporcionou na vida acadêmica e profissional?
Convidada: Alondra Perez
Alondra Perez compartilha como a CT Jovem se tornou um espaço transformador em sua trajetória acadêmica e profissional. Desde o primeiro contato, durante o SBRH, ela encontrou na Comissão uma oportunidade de troca, aprendizado e aproximação com a comunidade da ABRHidro, destacando o papel do trabalho coletivo e do apoio institucional para seu engajamento. Ao longo da entrevista, Alondra ressalta como a participação na CT Jovem contribuiu para o desenvolvimento de habilidades essenciais, como liderança, organização e trabalho em equipe, além de ampliar seu repertório técnico por meio das discussões promovidas. Um dos momentos mais marcantes foi sua participação no ENCOB, em que, ao representar a juventude em uma mesa redonda, enfrentou desafios fora da zona de conforto e consolidou aprendizados sobre coragem, responsabilidade e o papel da educação na transformação social. Ela também enfatiza a importância da rede de contatos construída dentro da ABRHidro, que ultrapassa fronteiras locais e abre portas para colaborações, oportunidades e amizades. Por fim, deixa um conselho direto: mais do que participar, é fundamental acreditar no propósito da CT Jovem e contribuir ativamente, reconhecendo que existem diferentes formas de fortalecer esse espaço e gerar impacto na formação de jovens profissionais.
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Como foi a sua jornada de doutorando em recursos hídricos no exterior?
Convidada: Noemi Vergopolon
Noemi Vergopolon compartilha sua trajetória no doutorado em recursos hídricos no exterior, marcada pelo interesse em sensoriamento remoto e modelagem hidrológica em larga escala. Motivada por uma experiência no NASA Jet Propulsion Laboratory (JPL), ela destaca como o contato com pesquisas de alcance global despertou o desejo de atuar em um ambiente internacional e explorar novas tecnologias aplicadas à dinâmica da água. Ao longo da entrevista, Noemi relata que suas expectativas foram superadas durante o doutorado em Princeton, onde aprofundou sua especialização em assimilação de dados de umidade do solo e integrou uma rede internacional de pesquisa. Ela ressalta que, embora o doutorado exija foco em uma área específica, foi essa base sólida que permitiu, posteriormente, expandir suas aplicações práticas, hoje refletidas em sua atuação acadêmica e científica. Entre os momentos mais marcantes, destaca o reconhecimento internacional de sua pesquisa, incluindo um importante prêmio da American Geophysical Union, além das parcerias e amizades construídas ao longo do caminho. Noemi também enfatiza a importância de se manter atualizada por meio de publicações, redes científicas e conferências internacionais. Por fim, ela reflete sobre como o doutorado moldou sua visão de carreira: mais do que adquirir conhecimento técnico, o processo ensinou a aprender continuamente. Atualmente, sua atuação está voltada à integração de tecnologias inovadoras, como inteligência artificial e sensoriamento remoto, para apoiar uma gestão hídrica mais resiliente, especialmente em contextos de secas, cheias e agricultura.
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O caminho inspirador de um jovem entusiasta dos Recursos Hídricos até Presdiência da ABRHidro
Convidado: Cristovão Fernandes
Cristovão Fernandes compartilha sua trajetória na área de recursos hídricos, desde os primeiros contatos com a comunidade científica até alcançar a presidência da ABRHidro. Ele destaca o papel fundamental da associação como um espaço de articulação, aprendizado e construção coletiva, onde o networking e o engajamento institucional são importantes para o desenvolvimento profissional e para a consolidação de uma visão crítica sobre a gestão das águas. Ao longo da entrevista, Cristovão reforça que sua jornada foi construída de forma gradual, baseada em participação ativa, colaboração e relações de confiança. Ele enfatiza a importância de habilidades como empatia, capacidade de diálogo e disposição para lidar com diferentes perspectivas, mostrando que a liderança na área vai muito além de cargos formais. Sua atuação na associação também proporcionou contato direto com debates que moldaram a política nacional de recursos hídricos, ampliando sua compreensão sobre o impacto da ciência na sociedade. Entre os momentos mais marcantes, ele relembra a participação em eventos, o envolvimento em discussões estratégicas e o acompanhamento da evolução da ABRHidro ao longo dos anos, incluindo períodos desafiadores como a pandemia. Por fim, deixa uma mensagem aos jovens: a construção de uma trajetória de liderança exige paciência, escuta ativa e engajamento genuíno, lembrando que, muitas vezes, é preciso recuar em alguns momentos para avançar de forma mais consistente no futuro.
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Como foi a sua jornada de doutorando em recursos hídricos no exterior?
Convidado: Dimaghi Schwamback
Dimaghi Schwamback compartilha sua jornada no doutorado em recursos hídricos no exterior, marcada pelo desejo de vivenciar uma formação internacional desde a graduação. Com passagens por instituições nos Estados Unidos e, posteriormente, por meio de um convênio de dupla titulação entre a USP e a Lund University, sua trajetória evidencia a persistência necessária para construir oportunidades acadêmicas em escala global. Ao longo da entrevista, Dimaghi destaca diferenças importantes entre os ambientes acadêmicos, como a diversidade de temas explorados e a proximidade no convívio entre pesquisadores, que favorece colaborações e trocas interdisciplinares. Ele também ressalta que, mais do que os aspectos técnicos, uma das experiências mais marcantes foi participar da construção e gestão de um grande projeto internacional, envolvendo múltiplos países e instituições, o que ampliou suas habilidades em planejamento, organização e execução de pesquisas de grande porte. Dimaghi reforça ainda o papel essencial da colaboração internacional para enfrentar desafios globais relacionados à água, como escassez, poluição e mudanças climáticas, destacando o valor da troca de dados, experiências e tecnologias. Por fim, sua trajetória ganha um tom inspirador ao relembrar suas origens no interior do Espírito Santo, evidenciando como a educação pública e as políticas de incentivo foram fundamentais para sua formação. Hoje, como pesquisador, ele vê sua atuação como uma forma de retribuir à sociedade, simbolizando uma história de superação, dedicação e compromisso com o avanço dos recursos hídricos.
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Jovens que transformaram seus projetos de recursos hídricos em carreiras
Convidada: Mayra Ishikawa
Mayra Ishikawa compartilha como transformou sua trajetória acadêmica em uma carreira internacional na área de recursos hídricos. Sua entrada no Instituto Federal de Hidrologia da Alemanha começou com iniciativa e persistência: mesmo sem fluência em alemão, decidiu se candidatar, se expor e mostrar suas competências, um passo que, mais tarde, abriu portas para uma oportunidade alinhada ao seu perfil. Ao longo da entrevista, Mayra destaca aspectos interessantes da abordagem alemã, especialmente o papel central da ciência na tomada de decisões e a forte conexão entre institutos de pesquisa e políticas públicas. Sua atuação em projetos voltados à adaptação de sistemas de transporte às mudanças climáticas evidencia como a pesquisa aplicada pode orientar soluções concretas frente a eventos extremos, como cheias e secas, além de questões relacionadas à qualidade da água. Ela também reflete sobre como sua formação no Brasil foi fundamental, principalmente no desenvolvimento do pensamento científico, da capacidade analítica e de habilidades como programação, modelagem e comunicação em inglês. Por fim, Mayra compartilha sua motivação contínua: a curiosidade em compreender diferentes sistemas aquáticos e o propósito de contribuir, mesmo que de forma incremental, para a gestão sustentável de um recurso essencial à vida.
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Percepções da COP28 em relação a recursos hídricos
Convidada: Verena Meirelles
Verena Meirelles compartilha suas percepções sobre a COP28, destacando o papel central dos recursos hídricos nas discussões globais sobre mudanças climáticas. Ela contextualiza a conferência como um espaço estratégico de articulação internacional, onde países apresentam compromissos para mitigar o aquecimento global e se adaptar aos seus impactos, incluindo ações voltadas à proteção de nascentes, preservação de matas ciliares e uso sustentável da água. Ao longo da entrevista, Verena ressalta iniciativas discutidas no evento, como a promoção de práticas agrícolas mais sustentáveis para reduzir o consumo de água e evitar a contaminação de aquíferos, evidenciando a conexão entre segurança hídrica e adaptação climática. Ela também destaca a importância de um espaço dedicado exclusivamente à pauta da água dentro da conferência, reforçando a relevância crescente do tema no cenário internacional. A pesquisadora chama atenção para o papel dos jovens profissionais nesse contexto, incentivando o engajamento em diferentes escalas, de eventos locais a conferências globais, e a compreensão do impacto dessas discussões na formulação de políticas públicas. Por fim, Verena traz uma reflexão crítica: ainda há lacunas importantes nas estratégias de mitigação e adaptação relacionadas aos recursos hídricos, especialmente quando se considera a vulnerabilidade de populações expostas a eventos extremos. Para ela, integrar definitivamente as agendas climática e hídrica é essencial, já que, assim como na natureza, essas dimensões são indissociáveis.
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Publicando Sua Pesquisa em Recursos Hídricos: Dicas para Jovens Cientistas
Convidada: Tereza Margarida Xavier de Melo Lopes
Tereza Margarida Xavier de Melo Lopes compartilha orientações valiosas sobre o processo de publicação científica em recursos hídricos, destacando os principais desafios enfrentados por jovens pesquisadores. Entre eles, ela aponta a adaptação à escrita acadêmica, a escolha do periódico adequado e os custos envolvidos na participação em eventos e na publicação de artigos. Ao longo da entrevista, Tereza apresenta estratégias práticas para aumentar as chances de publicação, como alinhar o escopo da pesquisa com revistas especializadas, avaliar critérios como fator de impacto, tempo de revisão e taxas de publicação, além de contar com a orientação de pesquisadores mais experientes. Ela também reforça o papel fundamental da colaboração científica, que amplia a qualidade dos estudos ao integrar diferentes expertises, fortalecer a análise dos resultados e potencializar o impacto das pesquisas. Por fim, a pesquisadora destaca ferramentas que podem facilitar todo o processo, desde a busca por referências até a escrita e formatação dos artigos, incentivando o uso de plataformas amplamente acessíveis. Sua mensagem é clara: publicar é um processo desafiador, mas, com estratégia, organização e colaboração, torna-se um caminho possível e essencial para a construção de uma carreira científica sólida.
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Trabalho em Campo: Experiências e Dicas
Convidada: Ana Letícia Gaia
Ana Letícia Gaia compartilha suas experiências com trabalho de campo na área de sustentabilidade e meio ambiente, destacando sua importância tanto em atividades técnicas quanto sociais. Ela explica que, embora ferramentas digitais possam complementar algumas etapas, a presença em campo ainda é essencial para compreender a realidade local, validar informações e captar nuances que dificilmente aparecem em relatórios ou reuniões remotas. Ao longo da entrevista, Ana Letícia traz reflexões práticas sobre como lidar com imprevistos, enfatizando a importância de avaliar o que está sob controle, buscar apoio quando necessário e, acima de tudo, garantir a segurança da equipe. Ela também compartilha uma experiência marcante ao se deparar com irregularidades ambientais em campo, ressaltando os desafios de atuar tecnicamente sem exercer função fiscalizadora, exigindo sensibilidade e habilidade na comunicação. Além disso, a pesquisadora reúne dicas valiosas para quem atua em campo, desde a preparação prévia e organização de informações até aspectos logísticos e comportamentais. Entre os conselhos, destaca-se a importância de planejamento financeiro, flexibilidade diante das situações encontradas e postura ética ao lidar com contextos sensíveis. Por fim, ela reforça uma mensagem simples e poderosa: independentemente da experiência, o aprendizado no campo é contínuo e sempre pode ser enriquecido pelo diálogo com outros profissionais.
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Dicas de Carreira para Jovens Entusiastas da Área de Recursos Hídricos
Convidado: Everton Jhons Goes Silva Soares
Everton Jhons Goes Silva Soares compartilha reflexões e conselhos práticos para jovens entusiastas que desejam construir uma carreira na área de recursos hídricos. Ele destaca a importância de habilidades técnicas, como análise crítica e interpretação de dados, aliadas a competências interpessoais como empatia, escuta ativa e pensamento lógico. Ao longo da entrevista, Everton enfatiza o papel estratégico do networking, indo além da quantidade de conexões e valorizando a construção de relações genuínas e ativas. Participar de eventos, manter presença nos meios digitais e, principalmente, ter clareza sobre seus interesses são pontos-chave para desenvolver uma rede sólida e relevante. Ele também chama atenção para a importância de equilibrar foco e abertura a novas experiências, evitando tanto a dispersão quanto o isolamento em nichos muito restritos. Por fim, Everton reforça o potencial de crescimento da área de recursos hídricos, impulsionado pelos desafios contemporâneos relacionados ao uso e à sustentabilidade da água. Sua mensagem aos jovens é direta: investir no conhecimento, manter-se aberto ao aprendizado contínuo e desenvolver suas habilidades são passos fundamentais para fazer a diferença e construir uma trajetória profissional consistente e impactante.
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Dicas de Carreira para Jovens Entusiastas da Área de Recursos Hídricos
Convidada: Alinne Mizukawa
Alinne Mizukawa compartilha orientações práticas para jovens que desejam construir uma carreira na área de recursos hídricos, destacando a importância de combinar competências técnicas e interpessoais. Ela enfatiza habilidades como pensamento crítico e sensibilidade analítica, essenciais para lidar com a complexidade e singularidade dos sistemas hídricos, além de características como flexibilidade e resiliência diante de um cenário marcado por mudanças constantes, especialmente em função das mudanças climáticas. Ao longo da entrevista, Alinne reforça que a atuação na área exige forte capacidade de trabalho em equipe e comunicação interdisciplinar, já que os desafios envolvem diferentes campos do conhecimento. Ela também chama atenção para a importância da criatividade, lembrando que não existem soluções únicas para os problemas hídricos e que muitas respostas ainda precisam ser construídas. Sobre networking, destaca que o envolvimento deve começar ainda na graduação, por meio de iniciação científica, projetos de extensão e estágios, que ajudam não só a desenvolver conexões, mas também a entender melhor as possibilidades de atuação na área. Por fim, Alinne aponta que o cenário atual, impulsionado pelos desafios das mudanças climáticas, amplia as oportunidades profissionais, mas exige atualização constante. Sua principal mensagem é clara: investir continuamente em formação, acompanhar legislações e participar de espaços de discussão são passos fundamentais para quem quer fazer a diferença na área de recursos hídricos.
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Quais as responsabilidades de um coordenador de Comissão Técnica?
Convidada: Lais Ferrer Amorim de Oliveira
Laís Ferrer Amorim de Oliveira compartilha sua experiência como coordenadora de uma comissão técnica da ABRHidro, destacando o papel estratégico dessas estruturas na gestão de recursos hídricos no Brasil. Ela ressalta que a associação atua não apenas na formação e troca de conhecimento, mas também na discussão de políticas, normas e práticas que orientam a gestão hídrica no país, criando um espaço essencial de diálogo entre profissionais. Ao longo da entrevista, Laís evidencia como as comissões técnicas funcionam como pontos de conexão dentro da comunidade, permitindo que pesquisadores e profissionais encontrem seu espaço de atuação e contribuam de forma mais direta. Em especial, sua comissão atua em temas relacionados à modelagem hidrodinâmica e qualidade da água, com foco em rios e reservatórios, promovendo discussões técnicas e fortalecendo a formação dos membros e de gestores. Ela também compartilha os desafios e aprendizados da coordenação, destacando como ponto positivo a troca constante com outros profissionais e, como desafio, a conciliação do tempo diante das diversas iniciativas e demandas. Por fim, Laís aponta suas expectativas para o futuro, com destaque para a organização de eventos e o fortalecimento de colaborações que possam resultar em novas publicações científicas, ampliando o impacto das ações da comissão.
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Quais as responsabilidades de um coordenador de Comissão Técnica?
Convidado: Ewerthon Cezar Schiavo Bernardi
Ewerthon Cezar Schiavo Bernardi reflete sobre o papel das comissões técnicas da ABRHidro como espaços fundamentais de troca, debate e construção coletiva no campo dos recursos hídricos. Ele destaca que esses ambientes promovem a integração entre profissionais, pesquisadores e estudantes, contribuindo diretamente para o avanço do conhecimento e para uma gestão mais qualificada dos usos da água. Ao longo da entrevista, Ewerthon enfatiza que a diversidade de perspectivas nesses espaços é um dos seus maiores valores, permitindo ampliar a compreensão sobre diferentes realidades e desafios. Como coordenador, ele aponta como aspecto positivo a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento dos integrantes e participar ativamente dos projetos da comissão. Por outro lado, reconhece como desafio a necessidade de conciliar diferentes expectativas e garantir que todos os membros se sintam ouvidos e engajados. Por fim, Ewerthon demonstra otimismo em relação ao futuro da comissão, destacando o potencial da equipe para fortalecer a atuação da CT Jovem por meio da organização de eventos, cursos e debates, além de ampliar sua visibilidade e impacto. Sua visão reforça a importância de criar espaços que valorizem e impulsionem jovens profissionais no início de suas trajetórias em recursos hídricos.
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Quais as responsabilidades de um coordenador de Comissão Técnica?
Convidado: Dirceu Silveira Reis Junior
Dirceu Silveira Reis Junior reflete sobre o papel das comissões técnicas da ABRHidro, com destaque para a atuação da Hidrologia Estatística na gestão de recursos hídricos. Ele explica que essas comissões são fundamentais para aprofundar discussões em temas específicos dentro de uma área naturalmente transversal como a água, promovendo avanços técnicos e contribuindo para a formulação de soluções mais robustas para os desafios do setor. Ao longo da entrevista, Dirceu destaca a relevância dos métodos estatísticos na compreensão e previsão de fenômenos hidrológicos, desde a análise de eventos extremos até a modelagem de séries temporais e avaliação de incertezas. Ele chama atenção para um ponto crítico: apesar dos avanços metodológicos, ainda há dificuldades na correta aplicação e interpretação dessas ferramentas, o que pode comprometer a tomada de decisão. Nesse contexto, a comissão tem um papel essencial em fortalecer a capacitação da comunidade técnica. Como coordenador, ele ressalta o valor da colaboração com profissionais de diferentes níveis de experiência, destacando o aprendizado coletivo como um dos aspectos mais motivadores. Por outro lado, aponta como desafio a construção de um ambiente realmente participativo e acolhedor, que estimule contribuições ativas e novas ideias. Por fim, Dirceu demonstra entusiasmo com o futuro da comissão, mencionando a organização de eventos internacionais, cursos de capacitação e parcerias com outras comissões, reforçando o potencial de crescimento e impacto das ações desenvolvidas.
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Aprendizados de um Estágio em Barragens no Canadá
Convidada: Beatriz Tiemi Kawano
Beatriz Tiemi Kawano compartilha sua experiência em um estágio internacional no Canadá voltado ao estudo de rompimentos de barragens. A oportunidade surgiu por meio de indicação acadêmica e envolveu um processo seletivo competitivo, que incluiu análise de documentos e entrevistas. Durante o estágio, realizado na University of Northern British Columbia, ela teve como principal objetivo aprofundar conhecimentos em simulações de rompimentos utilizando o HEC-RAS, explorando suas potencialidades e limitações. Ao longo da entrevista, Beatriz destaca os aprendizados técnicos adquiridos, especialmente no uso de ferramentas de modelagem hidráulica e na construção de uma base sólida de referências científicas. A experiência também incluiu a apresentação dos resultados em um seminário internacional, fortalecendo sua comunicação científica e interação com pesquisadores de diferentes países. Ela enfatiza ainda a importância de vivências internacionais na formação de jovens profissionais, não apenas pelo desenvolvimento técnico, mas também pelo crescimento pessoal ao lidar com novos contextos culturais e desafios fora da zona de conforto. Os conhecimentos adquiridos foram diretamente aplicados em seu Trabalho de Conclusão de Curso e continuam contribuindo para sua atuação profissional na área de recursos hídricos. Por fim, Beatriz deixa uma mensagem encorajadora: persistência é fundamental. Buscar oportunidades internacionais pode envolver tentativas e desafios, mas os aprendizados e portas que se abrem ao longo do caminho tornam a experiência extremamente valiosa.
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CT Jovem: Trajetórias Transformadas
Convidada: Thais Fujita
Thais Fujita compartilha como a CT Jovem se tornou um espaço de conexão, aprendizado e transformação em sua trajetória. Seu envolvimento começou por indicação de um colega e rapidamente se consolidou pelo interesse em colaborar com pessoas de diferentes formações e regiões, todas unidas pelo mesmo propósito na área de recursos hídricos. Ao longo da entrevista, Thais destaca como a participação ativa na CT Jovem ampliou sua rede de contatos e fortaleceu sua inserção na comunidade da ABRHidro, aproximando-a de pesquisadores, professores e profissionais da área. Ela também ressalta o impacto desse engajamento no reconhecimento acadêmico e no desenvolvimento de uma nova visão sobre trabalho coletivo, marcada por resultados rápidos, colaboração e troca constante de experiências. Entre os momentos marcantes, relembra a mobilização do grupo durante o ENCOB e iniciativas como o projeto “Fala Jovem”, que demonstraram a capacidade de organização, adaptação e protagonismo da comissão. Para ela, a CT Jovem representa um espaço dinâmico e transdisciplinar, capaz de conectar diferentes áreas e gerações dentro dos recursos hídricos. Por fim, Thais deixa uma mensagem sincera: participar da CT Jovem é uma experiência enriquecedora e gratificante, especialmente quando há engajamento genuíno. Trata-se de um espaço onde o trabalho voluntário ganha sentido coletivo, apoiado por uma comunidade que valoriza e impulsiona a atuação dos jovens profissionais.
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E-mail: [email protected] | Instagram: @ctjovemabrhidro | LinkedIn: @ctjovem | WhatsApp: grupo geral

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